Inicialmente, na tarde dessa terça (6), Moraes tinha negado pedido para ida imediata do ex-presidente a hospital. Em reação, a ex-primeira-dama Michelle (PL) chegou a dizer que marido estava sendo "negligenciado" e "torturado". O médico Claudio Birolini afirmou ao SBT News ontem que ex-mandatário sofreu um traumatismo craniano na queda e confirmou necessidade de exames.
Na autorização, Moraes detalhou que Bolsonaro pode ser transferido temporariamente ao Hospital DF Star nesta quarta para realização dos seguintes exames:
Tomografia computadorizada de crânio;
Ressonância magnética de crânio;
Eletroencefalograma.
Moraes também determinou que transporte e segurança de Bolsonaro sejam realizados pela PF, nos mesmos termos de quando ele foi internado no Natal de 2025, para procedimentos contra hérnia e crise de soluços. Ex-presidente recebeu alta em 1º de janeiro, mesma data em que retornou à sede da corporação, onde cumpre pena por tentativa de golpe de Estado desde novembro passado.
"O transporte e segurança do custodiado deverão ser realizados pela Polícia Federal de maneira discreta e o desembarque deverá ser feito nas garagens do hospital; a Polícia Federal deverá, previamente, entrar em contato com o Diretor do Hospital DF Star, Dr. Allison Bruno Barcelos Borges, para combinar os termos e condições da realização dos exames", escreveu o ministro.
A PF também vai providenciar "completa vigilância e segurança do custodiado durante a realização dos exames e o posterior retorno à Superintendência".



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