Ex-adido na Venezuela, o general da reserva é um crítico contumaz do regime chavista, chamado por ele de "corrupto, criminoso e com ligações com o narcotráfico". Mas mantém sua ressalva a intervenções estrangeiras - um pensamento comum às Forças Armadas, que têm a soberania como princípio.
"A ação americana derruba o tripé 'diplomacia, democracia e comércio exterior' que balizava o soft power americano, bem como as normas do direito internacional. Em suma, está aberta a temporada de caça", avaliou o senador à coluna.
Hamilton Mourão diz que "a inoperância do cinturão defensivo de Maduro" chamou sua atenção e levanta dúvidas sobre uma suposta colaboração do regime com a deposição do então presidente.
A fala do senador gaúcho - que foi alijado do governo Bolsonaro pelo próprio ex-presidente - constrasta com a repercussão da ação americana no campo da direita, que tem adotado o apoio incondicional à intervenção.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, declarou que o sábado foi um "dia histórico para quem defende a liberdade e a democracia.



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