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Fabio Carille grita na tentativa de fazer o time jogar melhor contra o Bragantino (Foto: Marcos Ribolli)


O técnico do Corinthians, Fábio Carille, admitiu depois da derrota por 3 a 2 para o Bragantino, no Pacaembu, neste domingo, pela partida de ida das quartas de final do Paulistão, que o time não fez uma boa partida. Para o treinador, o Timão estava desligado.

Agora, no jogo de volta, quinta-feira, em Itaquera, a equipe terá de vencer por dois gols de diferença para avançar às semifinais. Ou então por um gol para levar a decisão da vaga para os pênaltis.

– Fizemos um jogo abaixo do normal, erramos muitos passes. Tomamos dois gols de bola parada, não é algo tático. Faltou concentração. Apesar de ser um ponto forte do adversário. Então agora temos que ter concentração. O resultado pela diferença de um gol leva a decisão para os pênaltis – comentou o treinador do Corinthians.

Fábio Carille reconheceu a boa partida do Bragantino, mas alertou mais uma vez que o Corinthians poderia ter feito mais em campo e não ter saído do Pacaembu com essa desvantagem.

– Quando você toma dois gols de bola parada não é uma surpresa. Vi meu time um pouco abaixo. Todos têm consciência que podem ser mais. O segundo gol coloco como mérito, mas os outros foram de bola parada. O Bragantino fez um bom jogo, sim, mas devíamos ser melhores – opinou.

Sobre Pedrinho e Mateus Vital

– Os meninos vêm treinando bem, já deixei clara a situação do Pedrinho, o Mateus a gente sabe a qualidade. São meninos que estão pedindo espaço e cada vez mais vão ter. Para o individual funcionar, o coletivo tem que estar bem também. Tem que isolar esses jogadores para que fique no um contra um. Para que aconteça as jogadas individuais, tem que isolar eles.

Sobre jogar sem centroavante

– É uma ideia de jogo. O que vai mudar são características de Jadson por Emerson. É a ideia que a gente criou. Tem jogo que funciona e jogo que não.

Sobre os erros no lado esquerdo

– O que faz acontecer isso são os erros de passe. Acho que concentramos muito o jogo por dentro e eles estavam fechados. O jogo era por fora. Começamos a jogar bola no Rodriguinho e Emerson de costas para os zagueiros. Mas foram os erros de passe que ocasionaram os erros no lado esquerdo.

Sobre jogar no Pacaembu como visitante

– Jogo se resolve dentro. Quero deixar bem claro. Muitas vezes vocês escutam e guardam o que querem. Vou falar o que falei do jogo contra o Linense. Quem paga as contas são os presidentes dos clubes. Ele viu a oportunidade fazer dinheiro e está certo. Se você me perguntar só de futebol, concordo em ser lá. Mas se ele pegar o dinheiro para pagar jogador e funcionário, concordo em vender. Muitas vezes jogar lá seria mais fácil que no Pacaembu. Ninguém é beneficiado nesses momentos.

Saída de Clayson o intervalo

– O Clayson saiu porque passou mal na parada técnica.

E a substituição de Fagner

– Ele se queixou de uma dor muscular.

Resumo da atuação

– Uma coisa é intensidade e outra atenção, aquele é totalmente de atenção. Fomos abaixo. No primeiro tempo estava faltando uma faísca. No segundo tempo nos desesperamos um pouco, e eu tentando controlar, fazendo jogar mais dos lados. Não é uma marca do Carille, mas sim do Corinthians, de buscar na entrega. As informações são do Bruno Cassucci / Globoesporte / São Paulo.

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